Entre a Cama e a Concertina: A MÚsica Pimba e o EspÃrito Festivo PortuguÊs (IA)
This album title plays with the idea of traditional Pimba music (often featuring the concertina) and the cheeky, risquÃĐ themes of love, seduction, and mischief. It suggests both the lively dance of village festivals and the playful, suggestive undertones of the lyrics.
âA mÚsica pimba ÃĐ a expressÃĢo mÃĄxima do subdesenvolvimento cultural portuguÊs, da homofobia e do racismo.â
â JoÃĢo Peste, mÚsico da banda Pop DellâArte.
Portugal has a rich and diverse musical heritage, spanning fadoâs melancholic melodies, traditional folk sounds, and contemporary pop music. But among its most unique and colorful genres is Pimba music, a style that embodies humor, double entendres, and the everyday joys and struggles of Portuguese life. Often dismissed as kitsch or lowbrow, Pimba is nonetheless a beloved and enduring genre that resonates with a wide audience.
The term âPimbaâ was popularized in the 1990s by Emanuel, a Portuguese singer whose song Pimba Pimba helped define the genre. However, the roots of Pimba go back much further, drawing influence from Portuguese folk traditions, popular marchas (parade music), and even elements of fado and accordion-based rural dance music.
Pimba became synonymous with catchy, upbeat melodies and lyrics filled with innuendo, humor, and simple yet relatable themes. While critics have often dismissed the genre as unsophisticated, its infectious rhythms and playful storytelling have made it a staple at summer festivals, weddings, and village celebrations.
Pimba is characterized by:
Several artists have defined and shaped the Pimba genre:
Despite its popularity, Pimba has often been ridiculed as simplistic or even vulgar. Critics argue that its reliance on sexual innuendos and exaggerated storytelling lacks artistic depth. However, its defenders point out that Pimba is a form of escapism, a way for people to celebrate life with humor and joy.
In recent years, Pimba has seen a resurgence, with younger artists blending traditional elements with electronic beats and modern pop influences. This has helped bring the genre to new audiences, ensuring its place in Portugalâs musical landscape.
Pimba music is an integral part of Portuguese culture, reflecting the humor, resilience, and joie de vivre of its people. Whether embraced as a guilty pleasure or a heartfelt tradition, Pimba continues to bring people together in dance, laughter, and song. For anyone looking to experience Portugalâs more lighthearted and festive side, thereâs nothing quite like the infectious charm of a good Pimba tune.
Here are a few humorous and risquÃĐ themes commonly found in Pimba music:
â Uma cançÃĢo animada sobre frutas com duplo sentido, onde cada mordida esconde um segredo. Letras divertidas e maliciosas, mas sempre com um sorriso.
[Verso]
Eu encontrei Maria dançando
Enquanto ao microfone ela canta um bom som
Vejo-a a comer aquela banana
Enquanto ela nos vai mostrando
[Verso]
Sempre com aqueles seus olhos doces
Doces como um chocolate
E ela diz: âVai embora
Querido
Porque cada fruta tem um segredo
Se escondesse tudo
Acabaria por morrerâ
[RefrÃĢo]
Mas ela avisa: âà uma banana escorregadiaâ
E ela ri porque sabe como se estÃĄ a comportar
Aquela banana escorregadia
Ela ÃĐ a razÃĢo pela qual vim dançar
A banana da Maria
A banana da Maria
A banana da Maria
A banana da Maria
E ela sorri
[Verso]
Qual ÃĐ o segredo para o teu brilho? (Banana da Maria)
à o segredo para o teu agente estar a ligar (Banana da Maria)
Tu e eu trocamos de roupa debaixo dos cobertores?(Banana da Maria)
Ela diz: âCome-me agora
Enquanto estou maduroâ
[Verso]
O doce da tua boca
O prazer da tua virtude
Como o açÚcar na tua lingua
DÃĄ-me agora que ÃĐs meu
[RefrÃĢo]
A banana da Maria
A banana da Maria
A banana da Maria
A banana da Maria
[Verso]
A garota tem uma coleçÃĢo de frutas
Um para cada ocasiÃĢo
Quando estÃĄ calor tem uma melancia
Em ÃĐpoca de frio a maçÃĢ da Maria
Mas quando estamos na praia
O que eu mais gosto
à da banana da Maria
Em seu biquini gema
Marie e eu comemos bananas
E eu te juro o seu ÃĐ o melhor que jÃĄ provei
[RefrÃĢo]
A Única Maria tem um jeito Kamikaze
Quando a gata se levanta ela estÃĄ pronta pra tudo
Ela diz que a vida ÃĐ muito curta Temperatura tropical
Borracha durante todo o verÃĢo
E estou amando a vida
A Única Maria tem um jeito Kamikaze
Quando a gata se levanta ela estÃĄ pronta pra tudo
Ela diz que a vida ÃĐ muito curta Temperatura tropical
Borracha durante todo o verÃĢo
[Verso]
Dizem que travessuras e delÃcias muitas frutas
O amor vai amadurecer para alÃĐm dos piqueniques
Mesmo que a chuva de outono venha
Durante a primavera florescerÃĄ
Mas nada vai florescer como a banana da Maria
Acha que somos dois pares de idiotas
NÃĢo percebe como as frutas sÃĢo deliciosas?
E eu te juro o deles ÃĐ o melhor jamais provado
[RefrÃĢo]
A Única Maria tem um jeito Kamikaze
Quando a gata se levanta ela estÃĄ pronta pra tudo
Ela diz que a vida ÃĐ muito curta Temperatura tropical
Borracha durante todo o verÃĢo
E estou amando a vida
A Única Maria tem um jeito Kamikaze
Quando a gata se levanta ela estÃĄ pronta pra tudo
Ela diz que a vida ÃĐ muito curta Temperatura tropical
Borracha durante todo o verÃĢo
[Ponte]
Bananas para dois
Banana da Maria
Os jogadores morderam um dedo
Eles pensaram que era uma xÃcara
Deu trÊs mordidas e estava pronto
Eles tinham cachorro em casa
Oh
E caras
Eu acho que os humanos sÃĢo apenas um
Reflexo do ego dos humanos
E os olhos sÃĢo as janelas
[RefrÃĢo]
A Única Maria tem um jeito Kamikaze
Quando a gata se levanta ela estÃĄ pronta pra tudo
Ela diz que a vida ÃĐ muito curta Temperatura tropical
Borracha durante todo o verÃĢo
[Verso]
Plantei bananeira no meio do campo
Deu banana na capoeira
A banana vem de lÃĄ
[Verso]
Para buscar a banana no campo
Beba ÃĄgua na cabeceira
A banana de lÃĄ vem
[RefrÃĢo]
Ela trajada de roupa de couro
Bico de aço de biriba
Olha onde a banana nÃĢo vai
[Ponte]
A banana de Maria
Todo mundo na calada quer provar
A banana de Maria
Todo mundo uma horinha vai provar
[RefrÃĢo]
A banana de Maria
Todo mundo na calada quer provar
A banana de Maria
Todo mundo uma horinha vai provar
[Verso]
Guarda costa
A banana do campo
Na ponta de uma espingarda
IÊiÊiÊ
LÃĄ de que pra lÃĄ vem
â Um enredo divertido de traiçÃĢo, com portas a ranger, passos apressados e um amante escondido em sÃtios inesperados. Letras cheias de tensÃĢo e risadas.
[Verso]
No silÊncio da sala escura
Ouvi um ranger na porta
Passos apressados na rua
Suspeitei que algo importa
[Verso]
Ela entrou com um sorriso
E eu fingindo nada ver
Mas sabia bem o deslize
Algo estranho ia acontecer
[RefrÃĢo]
O amante debaixo da cama
Seu coraçÃĢo a mil pulsando
Ela fingindo que ama
Eu tento ficar sÃģ brincando
[Verso]
Achei uma meia perdida
Debaixo do sofÃĄ amarelo
Ela jura que ÃĐ esquecida
Mas o segredo ÃĐ tÃĢo singelo
[Ponte]
A campainha tocou forte
Ela correu tÃĢo desajeitada
O amante implorando sorte
Eu sorrindo pela pegada
[Verso]
No armÃĄrio ouvi sussurros
Ela acalmando o desespero
Eu contava os segundos curtos
Rindo alto do seu exagero
[Verso]
O porteiro avisou ela tÃĄ voltando
Corri pra debaixo do colchÃĢo tremendo
Ela entrou pela sala e começou cantando
Com medo de ser pego fiquei sÃģ ouvindo
[Verso]
Os passos dela ecoavam pelo chÃĢo
O coraçÃĢo na boca era batida forte
Debaixo da cama sem nenhuma visÃĢo
Rezando pra de lÃĄ sair com sorte
[RefrÃĢo]
O amante debaixo da cama suando frio
Ouvindo portas rangerem em arrepio
Eu queria desaparecer feito um fio
A tensÃĢo mais forte que tiro de fuzil
[Verso]
Ela e ele conversando em voz alta
Eu respirando baixinho feito ratinho
Pensando se vou ser achado nessa malta
Rezava pra que ele fosse bem lentinho
[Verso]
O colchÃĢo virou trincheira de guerra
Mas nÃĢo sei como vou escapar vivo
Ela sorri ele senta ela me enterra
Essa aventura tÃĄ virando um perigo
[RefrÃĢo]
O amante debaixo da cama suando frio
Ouvindo portas rangerem em arrepio
Eu queria desaparecer feito um fio
A tensÃĢo mais forte que tiro de fuzil
[Verso]
O chÃĢo rangendo sem parar
Porta fechada vou espiar
Passos rÃĄpidos pelo corredor
CoraçÃĢo batendo com furor
[RefrÃĢo]
Debaixo da cama ele estÃĄ
Segurando o riso pra nÃĢo entregar
ComÃĐdia de alta tensÃĢo
TraiçÃĢo em plena açÃĢo
[Verso]
Sapatos sob a cama vi
Um par de olhos ali escondi
Poeira dançando pelo ar
E ele suando sem parar
[RefrÃĢo]
Debaixo da cama ele estÃĄ
Segurando o riso pra nÃĢo entregar
ComÃĐdia de alta tensÃĢo
TraiçÃĢo em plena açÃĢo
[Ponte]
Tentei manter a compostura
Mas a situaçÃĢo tÃĢo dura
Meus nervos fraquejando agora
SerÃĄ que ela vai embora?
[Verso]
O silÊncio reina no quarto
Escuto um suspiro alto
SerÃĄ que ela descobriu?
Ou foi sÃģ minha mente que me traiu?
â Uma noite de festa, copos a mais, e um final inesperado. Letras engraçadas sobre tentar lembrar o que aconteceu na noite anterior.
[Verso]
Ontem fui pra um arraial
Comi demais e bebi igual
Dancei a noite com uma mulher
[PrÃĐ-RefrÃĢo]
Sei que ela era bonita
E depois tirei uma sonequinha
Porque a minha idade nÃĢo some
Infelizmente
[RefrÃĢo]
Hum
Lembre-se que entrei na igreja
E jurei que era a galera
Mas acho que me casei de novo
Hum
Ajude a encontrar minha aliança
De novo
De novo
De novo
[Ponte]
Esqueci o que aconteceu antes
Lembre-se que bebi de mais
Hum
A noite estava acabando
Lembre-se do padre me abençoando
Acho que me casei de novo
[RefrÃĢo]
Hum
Lembre-se que entrei na igreja
E jurei que era a galera
Mas acho que me casei de novo
Hum
Ajude a encontrar minha aliança
De novo
De novo
De novo
[Verso 1]
Pega o seu chapÃĐu e leva seu violÃĢo
Desce esse velho carro e diz âtÃĄ tudo bomâ
Avisa pra Rita que tÃĄÂ tudo certo se nÃģs tivermos que dormir na prisÃĢo
Fia
 seu sorriso balança meu mundo
Ãs vezes
NÃĢo tenho noçÃĢo
[Verso 2]
Entre nas quatro rodas do carro daquele seu amigo
Esqueci o nome dele
Mas nada disso tem sentido
Benzinâ
Se eu dirigi errado e lhe dei um beijo
à sÃģ porque vocÊ pediu que eu fizesse desse jeito
Uh
[RefrÃĢo]
Eu lembro daquela noite
Lembro daquela noite
Sei que o convite vai me fazer bem
(Foi tudo culpa do Jack e do amigo do lado dele)
Desse jeito
NÃĢo lembro
Mas tÃī precisando lembrar ainda mais bem
(O que ÃĐ que ele fez? O que ÃĐ que ele fez?)
Lembro daquela noite
[Ponte]
Ei
Amor
Preciso de alguÃĐm
Que esteja aqui pra mim
Baby
Fui eu
Fui eu
Fui eu
VocÊ sabe
Baby
VocÊ sabe
(Pede desculpa, vocÊ ÃĐ uma fraude)
(Tira essas botas, aceita sua morte)
[RefrÃĢo]
Lembro daquela noite (Tenha paciÊncia)
(Tenho que ser objetiva)
Lembro daquela noite
Eu lembro daquela noite (Bebendo shots)
Lembro daquela noite
Eu estou ficando por aqui
Lembro daquela noite
Esqueça tudo
Uuuh
Lembro daquela noite
[Verso]
TÃī ligando pra saber como vocÊ tÃĄ
A fina flor da Zona Norte do Riacho
Uma fila de vÃīmito no terminal
E o seu osso federando no sofÃĄ
[Verso]
Covardia eu ter te trazido pro Arraial
Mas eu sabia que nÃĢo ia me controlar
Mil caipirinhas e o esforço jÃĄ foi pro ralo
Eu nÃĢo me lembro pra que lado eu fui parar
[Verso]
Muitas garrafas
Muitos copos
Muito ÃĄlcool
Muitas Arraias e as Avivas do SilÃĢo
Marinheiros e rides magros
Fedegosos
Desaforados
[RefrÃĢo]
UÃīÃīÃī
Eu acordei na sua cama
UÃīÃīÃī
Eu acordei na sua cama
UÃīÃīÃī
Eu acordei na sua cama
UÃīÃīÃī
Eu acordei na sua cama
[Ponte]
Por que cÊ dormiu assim?
Por que cÊ dormiu assim?
Por que cÊ dormiu assim
Do meu lado?
[Verso]
No plural eu faço um escÃĒndalo
Eu quero ver se na sua cama a coisa muda
Fecho os olhos e me largo
â Um romance impossÃvel entre um rapaz simples do campo e uma mulher sofisticada da cidade, com diÃĄlogos cÃģmicos e tentativas desastrosas de seduçÃĢo.
[Verse 1]
Era um simples rapaz do interior
Que na cidade foi aprender
Que no metro da cidade se nÃĢo amar a diversidade
Melhor ÃĐ nem vir viver, jÃĄ cÃĄ estou eu
[Verse 2]
à que os comboios fora da cidade chegam quase todos atrasados
E a minha aldeia tem poucas raparigas
Por isso adorei quando te vi
Estavas a brilhar na praça
[Verse 3]
Pequena e atrevida e com o mesmo cheiro do Jagermeister
Entendeste tudo o que te fui dizer?
Gostaste de tudo o que te fui dizer?
Ei
E se agora fosse eu a ir fazer-te corar?
[RefrÃĢo]
Peço desculpa, isso nÃĢo pode ser
PÃĄ, eu sou a menina da cidade
E, desculpa, tu nÃĢo ÃĐs
[Verse 4]
Oh, porquÊ?
PorquÊ?
Tens algo contra o campo?
Mas que merda a cidade ÃĐ que ÃĐ
[Verse 5]
Oh, ZÃĐ, deixa-te disso
NÃĢo te metas nisto
A minha cidade tem ilhas
E tu vives numa vila
ZÃĐ, vÃĄ lÃĄ
[Verso 1]
Trigueira, ai
à trigueira
Quem me dera
à mimosa
Oh, mimosa
à pudesse
[Ponte]
QuÊ?
VocÊ fala tipo francÊs, meu
Ah?!
[RefrÃĢo]
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, oh
[Verso 2]
à trigueira
EstÃĄs a olhar para onde?
As bainhas
TÃĢo compridas
Para quÊ?
Eu achava que
Isto era
Traje de gala
Gala?
[Ponte]
Ai, por amor de Deus
QuÊ?
Tira-lÃĄ esse chapÃĐu
Cuma?
[RefrÃĢo]
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, da aldeia
Oh, oh
Oh, oh
[RefrÃĢo]
Menina da cidade
à princesa em Aquem
Velha sova do campo
Tu com jeitinho ÃĐ que vem
[Verso]
Tava aqui na minha courela
A cozer a panelinha
Vejo essa boazona
Essa tua capita
[Verso]
Aceita este cordial Chocolatinho
à oferta terrena Babe,
ÃĐs melhor que o vinho
Menina boca-Ã -batina, ai
Eu vou-me embora
Chama por mim, Maria
[Ponte]
Tu compreensiva no campo
E eu a lavar à mÃĢo
Perdida no meu pranto
Seduzido pelo ZÃĐ da aldeia
[RefrÃĢo]
Tu desprezivas o campo
E eu a lavar à mÃĢo
Perdida no meu canto
Seduzido pelo ZÃĐ da aldeia
[Verso]
A menina da cidade
Repudio claque worarna
Ai, gaja, eu vou tentar dâenrabar-te
Depois canasta, e dormirmos
â Uma histÃģria de ciÚmes exagerados e um marido que mal pode sair de casa sem receber um interrogatÃģrio. Letras bem-humoradas e exageradas.
[Verso]
Ah bom
à ciumeira sÃģ
O que eu levo ÃĐ charque na pressÃĢo regadinha ao jilÃģ
VÊ aÃ
à meu preço que um dia vou ter que bater e taboca cocÃģ!
Ai ai ai
[Verse 2]
A panela ferveu
Deu bronca como se eu fosse um varÃĢo
(Mas eu sou um varÃĢo)
Se eu trouxe a farinha
Me dÃĄ com razÃĢo
(Mas eu trouxe a razÃĢo)
Se vocÊ quiser
Minha linda
Mas linda ÃĐ vocÊ
[RefrÃĢo]
Ela me liga dez vezes ao dia
Amor verdadeiro com fundo de dor
Se eu dou uma saÃda com um amigo
Sabe que em instantes jÃĄ pÃīs nossa alma em jogo
[Verse 3]
Na serventia sem grito
SÃģ beijo na boca
E eu sei que a soneca ÃĐ um seio
No seio da tranquilidade
Baby
[Verse 4]
Ou vocÊ vende isso comigo
Ou vocÊ vende
[RefrÃĢo]
Ela me liga no meio do inÃcio
Amor verdadeiro com um fundo de dor
As receitas atÃĐ que nem sÃĢo comigo
SÃģ que eu faço isso por vocÊ
[Verso]
A mulher que eu arranjei
à ciumenta que ÃĐ uma desgraça
Eu nÃĢo posso pisar na rua
Que ela vai logo perguntando
[RefrÃĢo]
E ela pergunta: âTeve com quem?
Esteve onde? E quem te viu?
Foi quem te trouxe? PÃīde dormir?
à homem ou mulher?â
[Verse 2]
Ela pensa que eu sou doido
TÃī fazendo coisa errada
De RibeirÃĢo pra Birigui
Quero trabalhar sossegado
[RefrÃĢo]
E ela pergunta: âTeve com quem?
Esteve onde? E quem te viu?
Foi quem te trouxe? PÃīde dormir?
à homem ou mulher?â
[Verse 3]
Eu nÃĢo posso pisar na rua
Ela vai logo perguntando
Ela nÃĢo me quer perder
E um ciÚme vai aumentando
[RefrÃĢo]
E ela pergunta: âTeve com quem?
Esteve onde? E quem te viu?
Foi quem te trouxe? PÃīde dormir?
à homem ou mulher?â
[Verso 1]
E aÃ
Boa viagem? Bom ver
CÊ voltou
JÃĄ trouxe suas malas? Porque desta vez nÃĢo
VocÊ pode inventar qualquer desculpa
Dizer atÃĐ que a Ãfrica do Sul ÃĐ logo ali na esquina
[Verso 2]
NÃĢo ÃĐ disfarçar
SÃģ reconhecer
Eu sei que vocÊ precisa comeu e precisa expor
Mas ao julgar a sua roupa
Borboleta
Flor bicolor
[PrÃĐ-RefrÃĢo]
SÃģ resta saber se deu pra ir
[RefrÃĢo]
Mas como pode acreditar que
Por penitÊncia
Algum homem possa estar
Disposto a passar quatro meses em um mosteiro no Himalaia?
Se precisar
Meu amor
Eu traduzo
Mas ninguÃĐm vem da âfronteira do nepalÊsâ
De estampa de onça
Diferente da indÃgena brasileira
[Verso 3]
Finge que usa oftalmolÃģgico um Ãģculos
Que usa uma lente meio cinza pra compor
Um Ãģculos floral
âcamufladoâ
âestudando sua viagem astralâ
E
Assim
Vai se prolongando
[Verso 4]
Comigo nÃĢo dura muito seus
Sumiços por aÃ
Do nada
Me chamam
SÃģ me vai mostrando mais pura evidÊncia
â Um homem convencido da fidelidade da esposa, enquanto todos à volta sabem da verdade. Ritmo animado e letras com ironia.
[Verso 1]
Todos os amigos sabem menos ele
Ele acredita e ela traindo ele
Ele acreditava atÃĐ de olhos fechados
Na sua fidelidade e jamais desconfiava
[Ponte]
Um homem apaixonado
Cego fica
Um homem apaixonado
Cego fica
[Refrao]
Ela engana ele acredita
Ela engana ele acredita
Ela engana ele acredita
No fim ele ÃĐ sempre o ultimo a saber
[Verso 2]
E os seus amigos agem normalmente
Fazem para nÃĢo o desiludir
E ninguÃĐm lhe diz que ela ÃĐ uma fingida
Mas ele em casa sonha que tem o mundo ali
[Verso 3]
Ela diz que sÃģ quer ele e que ao outro nÃĢo quer ver
E que pensa nele sÃģ mas nÃĢo pode fazer
Ela diz que nÃĢo sabia que nÃĢo podia ser assim
Mas que estava tudo bem e ninguÃĐm tem de saber
[Ponte]
Um homem apaixonado
Cego fica
Um homem apaixonado
Cego fica
[Verso]
O cÃĐu estÃĄ azul
E o cÃĐu estÃĄ limpo
Em cima daquele mar azul
Como os seus olhos azuis
Ela adorava esse mar
[Verso 2]
Vou contar um segredo
Vem cÃĄ
Roberto
Todo mundo sabia
Souberam desde o inÃcio
Mas vocÊ nÃĢo sabia
[PrÃĐ-refrÃĢo]
Vou te contar um segredo
à sÃģ entre vocÊ e eu
Mas
VocÊ sabe
A nÃĢo ser que vocÊ
VÃĄ atÃĐ um show
Um clube ou um pub ou um hospital ou igreja ou algo semelhante
à seguro
[RefrÃĢo]
Vou te contar que ela engana
Ela trai
Ela mente
Ela agita
Procure nas colinas
Ela abre as pernas
Meu amigo
Todo mundo sabia
Exceto vocÊ
Oh meu Deus
Oh meu Deus
Mal posso te dizer
Oh ÃĐ um hobby
Desestressa um pouco / ela admite que ÃĐ bem boazinha
E ela diz âVocÊ sabe
BebÊs vÊm de Parisâ
Eu digo âEngole essa
Robertoâ
[Verso]
Ela tÃĄ em todas e ele nÃĢo vÊ
Ela faz estrago mesmo sem querer
Ela vai pra cima dele e ele cego
Acredita na mulher mas nÃĢo dÃĄ certo
[Verse 2]
As amigas tÃĢo doidas pra falar
Meus amigos tÃĢo doidos pra contar
Mas ninguÃĐm vai tirar dele a alegria
Beijar outra boca todo dia
[RefrÃĢo]
E ela engana e ele acredita
Se ela tÃĄ na balada
Ele ÃĐ quem fica
E ela engana e ele acredita
Se ela tÃĄ na balada
Ele que fica
[Verse 3]
Fica esperando o amor da sua vida
Fica esperando o amor da sua vida
Fica esperando o amor da sua vida
Fica esperando o amor da sua vida
E ela engana e ele acredita
[Verse 4]
As amigas tÃĢo doidas pra falar
Meus amigos tÃĢo doidos pra contar
Mas ninguÃĐm vai tirar dele a alegria
Beijar outra boca todo dia
[RefrÃĢo]
E ela engana e ele acredita
Se ela tÃĄ na balada
Ele ÃĐ quem fica
E ela engana e ele acredita
Se ela tÃĄ na balada
Ele que fic
â Uma mÚsica sobre a senhora que estÃĄ sempre atrÃĄs das cortinas, pronta para espalhar rumores pela aldeia. Letras cheias de humor e exagero.
[Verso]
De cortina aberta espreita de casa
Decora a vista pro quintal inteiro
Sabe da sua vida como se fosse parceira
Sabe do seu passado como se fosse Deus
[Verso]
Toda sua galera tem um nome miguÃĐ
Pros prediletos
Ela tem atÃĐ dois
Sem perguntar seu anuÃĄrio pro LÃĐo
Ele fica pequeno tal qual um boi
[RefrÃĢo]
Ah vÃĄ
Essa figura nÃĢo pode ser real
Ah vÃĄ
à professora do Britney Boy
Ah vÃĄ
Ou vice-versa
Pelo menos igual
Ah vÃĄ
Nenhum dos dois ÃĐ do Paraguai
[Ponte]
Ela sabe o dia da sua prova
Sabe qual classe que vocÊ fica
Se nunca soube
Desvendou no intervalo
E vazou todos pra vizinhança
[RefrÃĢo]
Ah vÃĄ
Essa figura nÃĢo pode ser real
Ah vÃĄ
à professora do Britney Boy
Ah vÃĄ
Ou vice-versa
Pelo menos igual
Ah vÃĄ
Nenhum dos dois ÃĐ do Paraguai
[Verso]
De cortina aberta espreita de casa
Decora a vista pro quintal inteiro
Sabe da sua vida como se fosse parceira
Sabe do seu passado como se fosse Deus
[Verse 1]
Tem sempre alguÃĐm na minha vida
Trem com truque e com intriga
Do tipo que vive de migalha
[Verse 2]
Abrindo buraco onde nÃĢo tem
Amiga
Ela sabe tudo do trem
Trem de falar
Ela nÃĢo para
[RefrÃĢo]
Tudo que tem na sua vida
Quanto pagou na sua casa
Quem vocÊ viu na avenida
Coloque uma lente nos seus passos
[Ponte]
Mas tenho uma boa notÃcia
Procure alguÃĐm que ela nÃĢo vÃĄ
Agora que ela ÃĐ sua amiga
VocÊ tem alguÃĐm que te dÃĄ asas
JÃĄ que ela sabe de tudo
[Bridge 2]
Ela sabe de tudo
Tudo
Ela sabe de tudo
Mano
Ela sabe de tudo
Ela sabe de tudo
[Verso 1]
à prima do padroeiro e ÃĐ cunhada do visto
Conhece o milionÃĄrio da histÃģria do burro e do sacristÃĢo
Tomava banho no rio e o pai era aquele senhor que nÃĢo tem filhos mas à s vezes
Os filhos dos irmÃĢos ao Domingo chamam-lhe pai e ela ÃĐ um livro do Social alÃĐm
[PrÃĐ-RefrÃĢo]
Isto nÃĢo ÃĐ um fado
Isto nÃĢo ÃĐ um fado
Isto ÃĐ um livrÃĢo do Social alÃĐm
Uma obra do privilÃĐgio da vera divindade
[RefrÃĢo]
E ÃĐ prima da mÃĢe de alguÃĐm porque sabe tudo de toda a gente
E o tio dela ÃĐ o Mick Jagger
[Ponte]
Que interessante
Meu deus
A vizinhança
Meu deus
A vida alheia
Meu deus
A abelha rainha em montepio
[RefrÃĢo]
E ÃĐ prima da mÃĢe de alguÃĐm porque sabe tudo de toda a gente
à querida pela polÃcia
à graças a ela que poucos quartos do centra jÃĄ ardem
Ela diz a toda a gente para nunca ninguÃĐm saber
E quem perdeu a cabeça foi o outro namorado da prima
Aquela que ÃĐ namorada do outro
[Ponte 2]
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh
Mulher
â Um homem que se gaba das suas conquistas amorosas, mas a realidade ÃĐ bem diferente. Letras cÃģmicas e ritmo danÃ§ÃĄvel.
[Intro]
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
[Verse 1]
Eu sempre fui ligeiro no amor
Despreocupado e confiante
Um jeito superior
Mas caiu do cavalo
Uma vadia me bateu
Atirou em mim e me acertou
Aquelas palavras queimaram
Ainda estou a me contorcer
Me deixou doido
Vou contar como foi
[RefrÃĢo]
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
Bem
Talvez tenha me gabado um pouco demais
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
Ouvi quando ela disse
âEi vocÊ
Pare com seu joguinho patÃĐtico
TÃĄ achando que sou carne de pescoço
E dou couro pra vaca velhaâ
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
[Verse 2]
Qual ÃĐ menina?
TÃĢo frio
VocÊ nÃĢo conheceu minha outra
Eu bagunço a vida dela
Ela nÃĢo conseguia me largar
Segurou a respiraçÃĢo
Me apertou pela cabeça
A noite toda
[RefrÃĢo]
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
Uau
Bem
Minha ex me entendia
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
Muito diferente de vocÊ
Sim
Eu sou o rei do amor
VocÊ nÃĢo tem ÃĄgua no coco
Cara
Queimou a carne de pescoço
Cara
Uh
(Se vocÊ pensa que cachaça ÃĐ ÃĄgua)
[Ponte]
(Graças a Deus, oh Senhor)
Pois menina se vocÊ fosse cachaça
Eu diria que era primeira marca
Roubou minha sorte
Parou meu coraçÃĢo
[Verso]
Parado no bar
Aposto que vou conquistar
Paro e convido ela a dançar
Mal faz ideia de onde vai entrar
[Verse 2]
Forte como um touro
Deus grego
IncrÃvel no amor
A especialista vai provar
E fazer questÃĢo de estar sempre lÃĄ
[RefrÃĢo]
Mas na prÃĄtica ÃĐ sÃģ um resultado triste
Coitada
Vai descobrir
Grandes promessas
Pequenos resultados
[Verse 3]
Parado no bar
A experiÊncia vai continuar
Bem mais rica que nota de cem
E a minha nova amante tambÃĐm
[Ponte]
A verdade ÃĐ que
Eu sou incrÃvel no amor
Como ninguÃĐm faz
Eu sou como um anjo no amor
[RefrÃĢo]
Mas na prÃĄtica ÃĐ sÃģ um resultado triste
Coitada
Vai descobrir
Grandes promessas
Pequenos resultados
[Verso]
A minha casa nunca estÃĄ vazia
Elas saem a correr
Eu digo que largaram o marido e os filhos
Mas elas nunca o fazem
[RefrÃĢo]
Bom como eu
Nunca serÃĄ como eu
Tens uma coisa boa?
Eu sou mais bonito
Talentoso e giro
à meu querido
Mais bonito
Talentoso e giro
[Verse 2]
Elas precisam todas de mim
Mas isso ÃĐ segredo
Eu sou o amor das vidas delas
Mas elas nunca o saberÃĢo
[RefrÃĢo]
Bom como eu
Nunca serÃĄ como eu
Tens uma coisa boa?
Eu sou mais bonito
Talentoso e giro
à meu querido
Mais bonito
Talentoso e giro
Meu querido
[Ponte]
Queres saber a verdade?
Eu vou-te dizer como ÃĐ
Eu vivia à sombra da minha reputaçÃĢo
Agora estou a elegia bÊbado com o meu auto-engano
Morri à sombra da minha reputaçÃĢo
E mesmo na minha morte sou um apaixonado e
Um grande galÃĢ desiludido
[RefrÃĢo]
Bom como eu
Nunca serÃĄ como eu
Tens uma coisa boa?
Eu sou mais bonito
Talentoso e giro
(bom como eu)
à meu querido
Mais bonito
Talentoso e giro
(Mais bonito, talentoso e giro)
Meu querido
(Bom como eu)
Mais bonito
Talentoso e giro
Mais bonito
Talentoso
E giro
E giro
E giro
â Uma confusÃĢo hilariante quando uma mulher entra no quarto errado e sÃģ percebe tarde demais. Letras cheias de reviravoltas engraçadas.
[Verse 1]
Eu nÃĢo tÃī acostumada a dormir com ninguÃĐm
Acendi a luz quando eu voltei do banheiro
Fiz xixi
Peguei ÃĄgua
AtÃĐ eu vi refletindo no espelho
[Verse 2]
A cama tava sob medida pro casal
AtÃĐ eu me deitar eu nÃĢo tinha reparado
Que nele tinha um senhor deitado
Que nÃĢo era o meu noivo
[Ponte]
Eu gritei
Ele olhou
Eu saà correndo
[RefrÃĢo]
E por baixo da porta eu gritei pro outro lado
Seu hospedeiro de quarenta anos
Pode ter parado meu coraçÃĢo quando
Eu sÃģ dormi na porta errada
[Verse 3]
Meus amigos vieram correndo e em completa paz disseram
âJesus nÃĢo faz o que estÃĄ prestes a fazerâ
Disseram: âSaiba que ÃĐ o seu casamento, saiba que vocÊ conhece o cara
HÃĄ anos e provavelmente nÃĢo seria o piorâ
Isso me faz perceber que nÃĢo tenho ideia
NÃĢo conheci todos os amigos do meu amante e ele tem muitos amigos maus
Significa que hÃĄ um lado positivo
NinguÃĐm esperava amor em primeiro lugar nesta noite
[Verse 4]
Eu abro a porta e vejo o homem mais lindo
Cabelo longo, roupas rasgadas
E jeans azul brilhante
Ele sai sorrindo e diz:
âVocÊ deve ser Robertaâ
[RefrÃĢo]
Eu abri a porta errada
Subi as escadas erradas
NÃĢo vou entrar em pÃĒnico, mas
Isso me faz perceber que nÃĢo tenho ideia
Este nÃĢo ÃĐ Gary, nÃĢo ÃĐ seu irmÃĢo
Eu fechei a porta e
EntÃĢo me toquei
[Post-Chorus]
Estou amarrado pela cadeira
O cravo em carÊncia
Em algum lugar alÃĐm de bela
Est estou falando sÃĐrio?
Estou amarrado pela cadeira
Ronca no meu ouvido
Ele aparece de novo quando estarei com medo
[Verse 5]
Portas do terror
Suor escorrendo pelos seus cabelos
O que ÃĐ isso? Por que estou com tanto medo?
Jaquetas floridas
Garrafas de vinho bordÃī
Copos quebrados
DÚzias de joias
[Verse 6]
Procuro dicas
O que sÃĢo essas revistas antigas?
Por que a penteadeira dele estÃĄ cheia de mais produtos de beleza do que os meus?
Por que hÃĄ tantas fotos de mulheres nessa coisa?
O que ÃĐ isso?
Eu me deito e o abraço
[Ponte]
âPodemos compartilharâ
Ela disse ao meu irmÃĢo
EstÃĄvamos no mesmo quarto
Ela pensava que ele era eu
Somos gÊmeos idÊnticos
Ao menos com a luz apagada
[RefrÃĢo]
Eu conheço esse cara
à vocÊ
Eu nÃĢo sou casada
Nossos destinos se cruzaram
Ela de canto de olho para mim
Um vaso se espatifou no chÃĢo
Se eu nÃĢo tivesse te deixado
NÃĢo estarÃamos nesse quarto
[Final Chorus]
Eu conheço os noivos
Resolvemos a confusÃĢo
Comemoramos a noite toda
Oficina ambidestra
Ficamos juntinhos
NÃĢo houve um casal mais feliz
â Uma cançÃĢo sobre um encontro inesperado com a polÃcia numa situaçÃĢo comprometedora. Letras rÃĄpidas e cheias de humor.
[Verso 1]
Eu tava no meio do rango
Quando ele marcou pra vir
Eu olhei pra cara do manga
VocÊ tÃĄ querendo sair?
AÃ tirou do bolso
O cartÃĢo e o CRV
Mostrou pro machÃĢo que tava com a esposa
à sÃģ uma questÃĢo de ver
Eu falei
EntÃĢo
Vamos bater as calças do negÃĢo
Bateu a mÃĢo
Mostrou o manhÃĢ
Ã
NÃĢo mostrou de maiÃī
Nada
[RefrÃĢo]
Bom dia, senhor
à da polÃcia
à da polÃcia
Ahos
[Verso 2]
Eu falando pra senhora
Liberta a criança
Liberta a criança
AÃ
A senhora falou que nÃĢo era questÃĢo de proteger
Mas deixa a criança sair
Deitar na areia
UÃĐ
[RefrÃĢo]
Bom dia, senhor
à da polÃcia
[Verso 3]
TÃī tomando banho no chuveiro de sunga molhada
Cantando verÃĢo
VerÃĢo
VerÃĢo
VerÃĢo
TÃī tomando banho no chuveiro de sunga molhada
Cantando um modÃĢo e no axÃĐ
AxÃĐ
VerÃĢo
VerÃĢo
VerÃĢo
Muito verÃĢo
[Ponte]
Bom dia, senhor
à da polÃcia
(Falei!)
Apanhou com a calça na mÃĢo
Com a cunhada e o jÃĄ cunhado
(Aff mari)
(Dane-se)
[RefrÃĢo]
Bom dia, senhor
à da polÃcia
A arapuca foi armada
[RefrÃĢo]
Rapaz
Fui apanhado com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Rapaz
Fui apanhado com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
[Verso]
Osas olham o embate
Dos carros em curvatura
Riem e cochicham
Eu naquela situaçÃĢo
[Verso]
Osas me colocaram em frente
A um espelho
Que diz a verdade na imagem refletida
Fotos
Prints
VÃdeos sendo projetados
[Ponte]
Aguardo ali naquele
Eu ali naquela situaçÃĢo
O cordÃĢo de proteçÃĢo
Em que se veem envoltas
[Verso]
Osas sabem agir
Como retirar-me bruscamente
Um ritual jÃĄ
Bastante executado
[PrÃĐ-RefrÃĢo]
NÃĢo sei se me expressei
E
Caso tenha sido o caso
NÃĢo ligue ao cavalo e ao carro
Tambores e apito
Isto ÃĐ uma conduçÃĢo um pouco acima do esperado
[RefrÃĢo]
Rapaz
Fui apanhado com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Rapaz
Fui apanhado com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
Com as calças na mÃĢo
â Uma mÚsica cheia de trocadilhos sobre um trabalhador habilidoso e as suas ferramentas versÃĄteis. Letras picantes mas bem-humoradas.
[Intro Verse]
Senhoras e senhores
Meninos e meninas
Vou contar a histÃģria de um rapaz tÃĢo fino
Um animal mecÃĒnico
Um pouco marota
Mas aqui sÃĢo menores
EntÃĢo mantenham-se limpos
[Verse 1]
O marceneiro tem boa madeira
Trabalha com uma ferramenta certeira
Essa ferramenta nÃĢo tem ranhura
à sÃģ de encostar e a catraia jÃĄ ÃĐ dura
[Verse 2]
O marceneiro ÃĐ um grande danado
Por onde passa ele deixa um estrago
E quem resiste a tanta seduçÃĢo
Com madeira nobre
Toda feita à mÃĢo?
[PrÃĐ-RefrÃĢo]
O marceneiro
Tem ferramenta
Pra qualquer trabalho que levar tempo
Ou nÃĢo
Botando prego
Ou furadeira
Tem uma chave que faz girar bem
Uma porca por vez
[RefrÃĢo]
Ai
Ai
O marceneiro ÃĐ tentaçÃĢo
Me faz recuar
Queima o chÃĢo
E jÃĄ nÃĢo hÃĄ recurso pra me esfriar
Com tanto luxo hÃĄ de largar de mÃĢo
[Verse 3]
O marceneiro ÃĐ de moer o cano
De bater o martelo
De torar o cabo
Prega com prego grosso e ainda bate estaca
E o marceneiro tem boa palavra
[Verse 4]
A ferramenta dele encaixa em tudo
EstÃĄ sempre lubrificada
Sempre mudo
De forquilha ÃĐ mirrado
Mas de cabo imundo
Mas ÃĐ nem que custe o couro
Eu vou levar
[RefrÃĢo]
Ai
Ai
O marceneiro ÃĐ tentaçÃĢo
Me faz recuar
Queima o chÃĢo
E jÃĄ nÃĢo hÃĄ recurso pra me esfriar
Com tanto luxo hÃĄ de largar de mÃĢo
[Ponte]
Se a tampa quebrar
A gente tira o pau
Se a cama quebrar
Ele bota o pau pra fora
Se a mesa estourar
Ele tambÃĐm tÃĄ Ã toa
Se tudo se quebrar
Se faz nos escombros
[RefrÃĢo]
Bonito de ver trabalhar
à uma lindeza
à uma delÃcia
Mulher pode gostar
Mas ÃĐ um fato que
Ele mete sem compartilhar
Ele afunda sem transbordar
Ele bota sem engasgar
[Post-Chorus]
O marceneiro
Mede sua tÃĄbua
VÊ se quer dar um corte
[Outro]
Mede sua tÃĄbua
VÊ se quer dar um corte de graça
[Verse 5]
Meu pai dizia: âA profissÃĢo
Rapaz
NÃĢo abandone
à um dom que Deus te deu
NÃĢo reverberesâ
Com um talento assim
Temos que agradecer
Pois vocÊ tem um bom talento
[Verse 6]
Tens um comprimento exemplificativo
Mas sem questionar tamanhos
Todos devem se manifestar
Com toda a meditaçÃĢo do interior
NÃĢo se esqueça de investir no crescimento
[RefrÃĢo]
O marceneiro tem bom pau
Uma ferramenta sÃģlida
Trabalha assim e nÃĢo faz estrondo
Mas faz mil trouxas felizes (Shoo ruup)
[Ponte]
Joy canta o comprimento dela
Vejo o comprimento do Conor
Olho para o Danny e penso: âWhoaâ
Qualquer tamanho
Desde que seja sÃģlido
E trabucado
[Verse 7]
Dizem que ÃĐ depreciativo medir em alturas
Mas em torno de um talo
Existe um certo apelo
Quase insinuando que escondem um enigma
Mas sem um martelo
NÃĢo ouvi falar
De maneira contundente
[RefrÃĢo]
O marceneiro tem bom pau
Uma ferramenta sÃģlida
Trabalha assim e nÃĢo faz estrondo
Mas faz mil trouxas felizes
[Verse 8]
O marceneiro tem uma boa madeira
Uma boa madeira
Uma boa madeira
O marceneiro tem uma boa madeira
Encontrou a minha mÃĢe e ela tambÃĐm o sabe
[Verse 9]
Eu disse-lhe que sou cantor
Ele disse: âOh
Realmente?â
E entÃĢo tirou essa harmÃģnica
EstÃĄ sempre na sua cintura
â Uma boda onde nada corre como planeado: ex-namorados a aparecer, comida no chÃĢo e dança atÃĐ de manhÃĢ. Letras divertidas e ritmadas.
[Verse 1]
Convite na mÃĢo e aliança no peito
Noiva nervosa pra tudo dar jeito
Ex-namorado apareceu sem avisar
No altar o noivo tentou nÃĢo desmaiar
[Verse 2]
Na festa a comida foi toda pro chÃĢo
Padrinho tropeçou caiu de cara no feijÃĢo
A tia bÊbada começou a contar piada
O DJ riu e tocou mais uma balada
[RefrÃĢo]
Isso ÃĐ casamento portuguÊs
Cheio de riso e de imprevisÃĢo
Dança atÃĐ o sol nascer talvez
Com muita bagunça e animaçÃĢo
[Verse 3]
O avÃī pegou o microfone pra cantar
Falou umas verdades ninguÃĐm quis escutar
As crianças correndo entre as mesas e cadeiras
Batendo nas pernas sem fazer besteira
[Ponte]
E quando a noite ficou bem escura
Noiva de salto alto pisou numa uva madura
Derrapou, se jogou nos braços do noivo
Acabou a festa com amor e um tombo fofo
[Verse 4]
O bolo caiu antes da hora marcada
Todo mundo rindo brigadeiro na cara
O padre jÃĄ tocando pandeiro na mÃĢo
VovÃģ querendo dançar um Último baiÃĢo
[Verse 5]
Pombas caÃram do cÃĐu de repente
Sogra manda na cozinha fervente
Ex aparece com olho gigante
DilÚvio de vinho o terno manchante
[Verse 6]
A tia perdeu a dentadura
Primo grita âpara mim jÃĄ ÃĐ loucura!â
O bolo desaba sem clemÊncia
Noivos riem sem ter paciÊncia
[RefrÃĢo]
Toalha no chÃĢo, nada parece bem
RefrÃĢo agitado atÃĐ o amanhecer
Casamento portuguÊs com sarilhos mil
Dançamos na lama atÃĐ nÃĢo mais sentir
[Verse 7]
O tio canta fado desafinado
A noiva tropeça no pÃĐ do lado
Filho do vizinho joga arroz pra trÃĄs
No meio desse caos o amor faz paz
[Ponte]
A banda toca âViva Portugalâ a desafinar
Cadeiras voam, mesa a baloiçar
Entre risos e lÃĄgrimas se fez uniÃĢo
Num casamento louco no fundo do coraçÃĢo
[RefrÃĢo]
Toalha no chÃĢo, nada parece bem
RefrÃĢo agitado atÃĐ o amanhecer
Casamento portuguÊs com sarilhos mil
Dançamos na lama atÃĐ nÃĢo mais sentir
[Verse 8]
No altar o padre a suar de nervoso
Ex-namorados a brigar no salÃĢo
O bolo caiu, virou serpentinas
E a noiva tropeçou no seu pÃĐ
[Verse 9]
A avÃģ dançou, fez quebrar uma cadeira
O padrinho cantou desafinou
A comida no chÃĢo virou cena
Mas ninguÃĐm desse caos escapou
[RefrÃĢo]
Que festa ÃĐ essa meu irmÃĢo
Casamento virou confusÃĢo
Dança atÃĐ raiar o dia
E a gente sÃģ quer alegria
[Verse 10]
O DJ errou a trilha sonora
Mas ninguÃĐm se importou de verdade
No meio do salÃĢo de vestido rasgado
A noiva encontrou a liberdade
[Ponte]
As tias fofocando com a cachaça
O primo bÊbado tentando voar
A banda tocando, todo mundo sem graça
Mas ninguÃĐm parou de dançar
[RefrÃĢo]
Que festa ÃĐ essa meu irmÃĢo
Casamento virou confusÃĢo
Dança atÃĐ raiar o dia
E a gente sÃģ quer alegria
[Verse 11]
Chegou a ex-namorada com vestido amarelado
O tio bÊbado dançando atÃĐ ficou despenteado
O bolo caiu no chÃĢo, foi confusÃĢo completa
NinguÃĐm sabia se era festa ou opereta
[Verse 12]
A avÃģ levou a prataria para o quintal
O noivo esqueceu a fala, tava sem moral
Saiu o primo mais novo a gritar pelo salÃĢo
Enquanto o DJ trocava mÚsica sem noçÃĢo
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[Verse 13]
A madrinha tomou vinagre pensando que era vinho
O pai da noiva tropeçou no cachorro sozinho
A banda tocando alto, ninguÃĐm se ouvia falar
Enquanto os noivos tentavam dançar sem tropeçar
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[Ponte]
Chegou a polÃcia dizendo barulho demais
A festa continuou mesmo com os sinais
A tia da cidade perdeu-se no pomar
Mas encontraram ela depois a cantar
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[RefrÃĢo]
Casamento à portuguesa ÃĐ pura diversÃĢo
Entre risos e tropeços ninguÃĐm tem direçÃĢo
Vamos dançar atÃĐ o sol raiar
Com comida pelo chÃĢo ninguÃĐm vai reclamar
[Verse 14]
O garçom gritou âacabou a cerveja!â
O tio subiu na mesa, virou trapezista na igreja
A sogra tentou segurar a toalha
Mas foi derrubada por uma batalha
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[Verse 15]
As cadeiras voaram, os pratos no ar
O DJ trocou do fado pro funk sem avisar
A noiva tentou um passo elegante
E foi deslizando num chÃĢo escorregante
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[Verse 16]
O padre tentava manter a moral
Mas o padrinho dançava um samba mortal
As crianças pintaram o cÃĢo do vizinho
E alguÃĐm soltou fogos dentro do vinho
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[Verse 17]
As luzes piscando, confusÃĢo sem freio
O noivo fugindo do buquÊ como um raio
AtÃĐ que de longe se ouviu um sinal
E a polÃcia chegou para o final
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[Ponte]
Os guardas tentaram mandar dispersar
Mas a banda tocava sem nem pestanejar
Entre aplausos e gritos, o caos virou arte
E atÃĐ o sargento entrou na dança com classe
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[RefrÃĢo]
Corre pra rua, que a festa nÃĢo para
Se a polÃcia chegou, ninguÃĐm mais repara
O bairro inteiro jÃĄ veio espreitar
E agora dançamos atÃĐ o sol raiar
[Outro]
O bairro inteiro girando na praça
A lua assistindo essa grande desgraça
Casamento à portuguesa, que grande loucura
Se tem confusÃĢo, tem festa segura!
Nayah nunca teve um lugar onde sua voz fosse realmente ouvida. Nascida em uma pequena comunidade cigana na RomÊnia, sua infÃĒncia foi marcada pelo preconceito e pela exclusÃĢo. Filha de uma mÃĢe que lia a sorte nas cartas e de um pai que tocava concertina nas feiras, cresceu entre melodias e histÃģrias antigas, mas sempre à margem da sociedade. Quando fugiu para a França em busca de uma vida melhor, encontrou portas fechadas e oportunidades limitadas. Como mulher trans e cigana, o mundo parecia determinado a silenciÃĄ-la.
Foi em um frio entardecer em Lisboa que sua vida mudou. Vagando pelas ruas de Alfama, ouviu um grupo tocando fado com influÊncias eletrÃīnicas e percussÃĩes tribais. A mistura inesperada fez seu coraçÃĢo acelerar. Aproximou-se e descobriu que aquela nÃĢo era apenas uma apresentaçÃĢo qualquer, mas um ensaio da Orchestra Americana, um projeto liderado pelo coletivo TATANKA, que reunia mÚsicos de diversas origens para criar algo verdadeiramente novo.
Curiosa, mas hesitante, Nayah observou de longe. Sua voz era forte, mas anos de rejeiçÃĢo a ensinaram a se esconder. No entanto, um dos mÚsicos, um percussionista indÃgena norte-americano chamado Two Feathers, percebeu seu interesse e a convidou para cantar. Ela riu, desconcertada. âNÃĢo sou cantora de verdadeâ, murmurou. Mas ele insistiu, dizendo que naquela orquestra, todas as vozes tinham valor.
Com mÃĢos trÊmulas, Nayah pegou o microfone. Fechou os olhos e começou a cantar um lamento cigano que sua mÃĢe costumava entoar. As notas saÃram frÃĄgeis no inÃcio, mas logo cresceram, ecoando pelo espaço como uma corrente elÃĐtrica atravessando as paredes. Quando terminou, o silÊncio tomou conta da sala. EntÃĢo, os aplausos vieram, intensos, genuÃnos. Pela primeira vez, ela sentiu que sua voz era mais do que um eco no vazio.
A partir daquele dia, Nayah tornou-se uma presença constante na Orchestra Americana. Combinou sua herança cigana com elementos do pimba portuguÊs, adicionando o peso emocional de sua jornada à energia contagiante do ritmo. Sua voz encontrou um espaço onde poderia brilhar sem medo, misturando-se à s sonoridades afro-latinas, indÃgenas e eletrÃīnicas que definiam a orquestra.
Durante uma apresentaçÃĢo na Serra da Estrela, em um festival ao ar livre, Nayah vestiu um traje cigano bordado à mÃĢo por sua avÃģ. Cantou sobre amor, perda e liberdade, enquanto a concertina dançava entre as batidas tribais e os sintetizadores futuristas. O pÚblico se levantou, dançando, chorando, vivendo cada nota como se fosse um pedaço de sua prÃģpria histÃģria.
ApÃģs o show, uma jovem refugiada sÃria se aproximou com lÃĄgrimas nos olhos. âA sua mÚsica me lembrou da minha casaâ, disse ela. Naquele momento, Nayah compreendeu o poder real da mÚsica: transcender fronteiras, curar feridas invisÃveis e construir pontes entre os que foram esquecidos.
Com o tempo, sua presença na Orchestra Americana cresceu, e sua voz tornou-se sÃmbolo de resistÊncia e inclusÃĢo. NÃĢo era apenas sobre cantar, mas sobre dar voz aos que sempre foram silenciados. Inspirada pela missÃĢo do TATANKA, começou a ensinar canto para mulheres trans e jovens ciganas, ajudando-as a encontrar seu prÃģprio som no mundo.
Quando perguntada sobre o que a Orchestra Americana significava para ela, Nayah sorriu e respondeu: âà a minha casa. Aqui, ninguÃĐm me pede para me encaixar. Aqui, minha voz ÃĐ minha bandeira.â
A histÃģria de Nayah ilustra como a arte pode ser um refÚgio e uma arma poderosa contra a exclusÃĢo. A Orchestra Americana nÃĢo apenas lhe deu um palco, mas tambÃĐm um espaço de pertencimento, onde sua identidade foi celebrada em vez de rejeitada.
Assim como a mÚsica pimba usa humor e irreverÊncia para desafiar normas e trazer alegria, a jornada de Nayah nos lembra que a diversidade fortalece qualquer melodia. A inclusÃĢo nÃĢo ÃĐ um conceito abstratoâÃĐ um ato de resistÊncia, uma nota essencial na sinfonia da humanidade. ðķ
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"Echoes from Vientiane" AI Process/Open Source Software: HUMAN, Google Flow Music, Claude.ai, ChatGPT â DAW:…
Full Album (40:55) AI Process/Open Source Software: HUMAN, Google Flow Music, Claude.ai, ChatGPT â DAW:…
Full Album (29:49) AI Process/Open Source Software: HUMAN, Google Flow Music, Claude.ai, ChatGPT â DAW:…
Full Album (47:03) AI Process/Open Source Software: HUMAN, Google Flow Music, Claude.ai, ChatGPT â DAW:…
Q: "Whatddya listen to, man?"A: "This." My Perfect is Not Yours Stream/Download Free Mix MP3…